Departamento de Comunicação
23/05/2014 - 16:06 - Atualizado em 31/07/2015 - 16:06


Paranaba pode receber primeiros alunos de Medicina Veterinria j em 2015

Paranaba pode receber primeiros alunos de Medicina Veterinria j em 2015


O tão sonhado curso de Medicina Veterinária na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) em Paranaíba pode vir muito antes do que muitos imaginavam. Isso porque a Universidade, em conjunto com a Prefeitura de Paranaíba, está buscando solução para abrigar a primeira turma com os laboratórios necessários, até que a construção do novo campus seja finalizada.

A afirmação foi feita pela reitora Célia Maria Silva Correa Oliveira, na manhã desta sexta-feira (23), durante o recebimento da escritura da área para a implantação do curso, no gabinete do prefeito . “Estamos vendo essa possibilidade de começar em um colégio do estado, então podemos antecipar. Portanto, estamos estudando essa viabilidade para que em outubro coloquemos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para que o curso tenha início já em 2015”, ponderou Célia.

O médico veterinário, professor doutor Júlio César de Souza, está à frente das questões técnicas a serem viabilizadas para o curso em Paranaíba e vendo as formas de implantação. Ele destacou que as medidas necessárias estão sendo tomadas.

“Nós estamos trabalhando em duas frentes, uma tentando viabilizar a construção e  outra para que possamos trazer os acadêmicos, possivelmente para o próximo ano, vai depender dos ajustes finais. Se tudo ocorrer como nós pretendemos, para 2015 nós teremos acadêmicos. Por que nós estamos dizendo isso? Porque estamos buscando uma escola, aqui no município,  para iniciarmos o curso e agora com o recebimento da fazenda a gente pretende já também iniciar as construções e isso tem que andar paralelamente”, explicou.

Segundo Júlio, é necessário iniciar em uma escola porque as construções têm a parte burocrática, de licitações, para depois iniciar as obras. “E isso demanda um tempo para fazer, então a gente espera que mais dois ou três anos para a gente poder estar migrando definitivamente para o campus.

Entretanto, conforme o professor, essa escola - que possivelmente será a Aracilda Cícero Correa da Costa - necessitaria de uma estrutura de laboratórios, para alocar todos os equipamentos e para que os alunos possam ter as aulas de forma satisfatória.

“Isso para que eles [alunos] recebam as informações todas a contento e ai nós vamos gradativamente migrando para o campus novo a partir do momento que for sendo liberado. A nossa expectativa é que a gente fique dois ou três anos, no máximo, nessa escola cedida e depois nós estaríamos migrando para o novo campus. Nós tivemos agora semana passada em duas universidades, visitando laboratórios de ponta que nós pretendemos trazer para cá, inclusive esteve participando dessa visita a professora doutora Andréia [Cristina Ribeiro] e mais um engenheiro, isso  tudo com o aval da reitora Célia”, concluiu. 


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